Serei direta, porque como fundadora da Erotika Town, eu não tenho tempo para meias palavras: se você ainda está depositando todas as suas fichas na Meta (Instagram/Facebook), você está escolhendo a insalubridade. Eu sou a mente criativa por trás do único festival imersivo e sensorial da América Latina, e estou aqui para dizer que o jogo mudou para 2026.
A Meta não serve para o mercado erótico. Ponto. Insistir nela como base principal é viver em um estado de “chateação” constante com diretrizes hipócritas que mudam conforme o humor do dia. A vulnerabilidade de um criador não deve ser exposta a uma plataforma que te pune por existir. É insalubre e amador tentar construir relevância onde você não é bem-vinda.
Para construir uma reputação de imprensa e relevância de verdade, você precisa estar onde o diálogo é permitido e o público é segmentado. Existem redes poderosas que permitem o crescimento de collabs interessantes e parcerias de peso sem o fantasma do banimento:
- X (antigo Twitter): Onde a liberdade de expressão e o nicho adulto sempre tiveram casa.
- Reddit: O lugar para comunidades ultra-nichadas e feedbacks reais.
- Discord: Perfeito para criar seu próprio ecossistema e comunidade fechada.
- Telegram: Sua linha direta com o fã, sem censura de algoritmo.
- Pinterest: A vitrine para o branding e para o tráfego que você realmente controla (e que acabamos de blindar).
Na Brands Comunica, o foco é usar a assessoria de imprensa e o branding para que sua marca seja relevante fora das redes sociais que te boicotam. A vulnerabilidade não deve ser usada para implorar atenção de algoritmo, mas sim para criar conexões que façam sentido e elevem o seu valor de mercado.
Eu sou a Fada, e meu trabalho é garantir que você entenda que ser “foda” exige estratégia, não insistência no erro. O futuro é de quem é dono do seu próprio canal.
