Pesquisas de psicologia comportamental apontam um dado que choca muita gente: uma parcela expressiva de pessoas (inclusive mulheres) relata ter fantasias sexuais ligadas a temas tabus e agressivos, como submissão forçada, violação ou restrição absoluta. O impacto imediato costuma vir acompanhado de culpa profunda: “Será que há algo de errado comigo?”
A resposta da psicanálise e da sexologia moderna é categórica: absolutamente não. Fantasia não é projeto político nem intenção de realidade; é um mecanismo psíquico de descarga, processamento de poder, catarse e absolvição da culpa cotidiana. O cérebro usa cenários extremos de perda de controle justamente porque, na realidade protegida e consensual, a pessoa sabe que está no comando de sua segurança.
Compreender o abismo entre o desejo fantasiado e a ação real liberta a mente da culpa neurótica e permite explorar os recantos mais profundos da imaginação sem medo de julgamentos. E para conduzir essa imersão com propriedade, contamos com a presença de Ray Oliveira, que é sexóloga, terapeuta do prazer e diretora de comunicação e eventos do grupo Cresex, além de ser uma apoiadora oficial da Erotika Town.
E pensando nisso, às 00h40 do dia 25 de outubro, na nossa segunda edição de festival, Ray Oliveira mergulha na psicologia das fantasias extremas e tabus para explicar o que elas revelam sobre a mente humana.
Já garanta seu ingresso pela Shotgun para participar desse talk e nas demais atividades da programação de 12 horas: https://shotgun.live/pt-br/events/erotika-town-2-edicao-12-h-de-prazer-e-liberdade
